quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Capitulo 23

Capitulo 23:

- Sra. Hudgens... – ele parou para respirar, e continuou – Seu marido, o coração dele está parando de bater.
Meu coração de imediato pulso acelerado. Zac apertou minha mão fortemente, o que provavelmente iria doer se eu não estivesse preocupada com outra coisa. Minha mãe arregalou os olhos e, sem pensar, saiu em disparada para o corredor.
Fiquei de pé com a ajuda do Zac e andei atrás de minha mãe, varias enfermeiras barravam o caminho, mas nada a impedia. Meus olhos começaram a lagrimejar, Zac me ajudava em cada passo em que eu dava, sempre me segurando para que eu não caísse. Minha mãe tropeçou algumas vezes, e antes de chegar, hesitou na porta. Ela esperou que eu a alcançasse e então segurou minha mão.
- Me ajude – pediu.
- Sim, claro.
As lagrimas já escorriam em seu rosto, cada vez mais rápidas. Assim que ela abriu a porta, vários médicos chegaram e barraram nosso caminho.
- É o meu marido que está lá dentro. Eu quero vê-lo. – As lagrimas davam lugar aos soluços. Cada vez ela apertava minha mão mais forte, o que me deixava apavorada.
- Er, por favor. Deixa que ela dê uma ultima olhada em meu pai – pedi.
O médico não permitiu. Minha mãe ficou cabisbaixa e foi sentar-se em uma das cadeiras em um canto da sala, totalmente excluída.
Agora, as lágrimas que desciam pelo meus rosto, ja molhado. Zac, percendo minha aflição, me puxou para seu peito e me afagou. Ele me aconchegava, enquanto eu reprimia o choro. Tentei sorrir, mas pelo jeito, o sorriso saiu torto.
Zac roçava meu cabelo completamente desgrenhado, seus lábios passavam por ele na tentativa de me acalmar. Fitei seu rosto, ele permanecia calmo, mas eu sabia que ele estava preocupado, assim como eu.
Seus lábios cheios estavam repuxados em um sorriso torto, o meu sorriso. Uma ultima lagrima pendeu no meu cílio inferior, Zac a pegou e deixou-a na ponta de seu dedo e, em um gesto simples s soprou. A lagrima contornou seu dedo suavemente, até que cambaleou e caiu no chão, espatifando-se. Eu ri de sua atitude mediocre de me animar. Zac puxou meu queixo, forçando que nossos olhares se encontrassem.
- Ei, tudo vai da certo. - Prometeu-me.
Em parte eu acreditava, mas era só uma pequena parte. O pessimismo, agora, que me dominava.

**Continua??**
Seei, que o capitulo ta pequeno, aliás muuuito pequeno, mas é que nao tive tempo pra escrever. Minhas provas bimestrais começaram ( só pra me irritar ) e to estudando muito. Me desculpem ;s . maas, vo aumentar os capitulos
Beeijooos

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Capitulo 22

Capitulo 22:

A imagem começou a rodar e depois aos poucos foi escurecendo, eu iria desmaiar.
- Van? – perguntava-me uma voz conhecida, mas eu era incapaz de dizer quem era– Ah! Já acordou?
Meus olhos abriam e se fechavam repetidamente. Os rostos a minha volta estavam embaçados, não conseguia identificá-los ao certo. Eu estava deitada em uma cama macia, e uma mão pendia em minha testa suada.
- Ela está bem, rapaz! Não precisa se preocupar – prometeu uma voz desconhecida.
Alguém suspirou de alivio. Quando finalmente minha visão ficou nítida, reparei nos rostos me encarando. Minha mãe e Zac estavam preocupados em um canto da sala, enquanto duas mulheres – provavelmente as enfermeiras – estavam a minha frente.
- Ei, finalmente acordou – disse Zac, entusiasmado.
Tentei me levantar, só que a vertigem voltou.
- Fique quieta Vanessa – ordenou-me minha mãe.
Eu estava meio tonta ainda, então as palavras não quiseram sair. Não conseguia me lembrar do que havia acontecido, fechei os olhos e vasculhei em todas as minhas lembranças um sinal para me lembrar de tudo, mas não obtive um sucesso muito grande. Lembro-me apenas de ter visto um corpo deitado cheio de fios, foi então que me lembrei de que o corpo pertencia ao meu pai. Fiquei intacta por alguns segundos.
- Ela desmaiou de novo? – a voz de Zac soava desesperada.
- Não – respondi com a voz rouca.
Abri os olhos concentrando- me em cada rosto. A maioria sorria aliviada. Zac mantinha um sorriso leve em seu rosto, porém era o sorriso que eu mais gostava. Ele logo percebeu que eu o fitava e se aproximou rapidamente e em um gesto carinhoso segurou minha mão.
- Sabia que eu não podia deixar você vir sozinha – disse-me Zac.
Eu soltei um sorriso abafado pela minha mão.
- Vanessa! O que você tem na cabeça? – minha mãe ainda estava parada no canto da sala.
- Mãe... e-eu só – gaguejava – Eu só queria ver meu pai.
- E porque não esperou?
- E porque você não me contou? Fiquei parecendo uma boba, enquanto meu pai estava aqui, quase morrendo. Isso não é motivo bastante para você?
Seus olhos ficaram chorosos, ela enxugou uma lagrima que descia cambaleando por sua face. Eu fui bruta com ela, mas qual o motivo de não ser? Ela havia escondido de mim o direto de saber do meu pai, como filha.
Eu, eu não agüentei e comecei a chorar juntamente com ela.
- Não, não chore Vanessa – minha mãe me adulava – Eu estava errada, devia ter contado a você.
- Mãe, e a Stella? Como ela vai reagir? – eu cochichava – Ela vai chorar tanto...
Minha mãe assentiu vagarosamente.
Alguém bateu na porta da sala e logo foi entrando. Pela roupa que vestia - uma calça e um jaleco branco – eu imaginei que fosse o médico.
Seu rosto estava alarmado, ele suspirou e logo foi dizendo:
- Sra. Hudgens... – ele parou para respirar, e continuou – Seu marido, o coração dele está parando de bater.

**Continua??**

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Gentee desculpa a demora, dessa vez demorei muito, é que eu estava em semana de prova e eu andava muito ocupada. Desculpa.
Capitulo 21:

- Beleza então, vamos ficar. – ele se aproximou cada vez mais de mim, até estar bem colado a mim.
Eu suava frio, meu coração batia cada vez mais rápido, podia sentir a pulsação acelerada. Justin estava se aproximando, cada vez mais rápido. Eu já podia sentir seu hálito, até que senti seu beijo. Ele passou a mão em minha cintura e continuou a me beijar.
- Já chega! – gritei, empurrando-o para trás.
Zac revirava os olhos com nojo, por ter visto aquela cena. Ele se mantinha de pé e virado de costas para a gente, mas podia ver seus olhos tristes.
- Ah, Vanessa, não deu tempo nem de beijar direito. – Justin pegou uma mecha de meu cabelo e colocou atrás da minha orelha.
- O trato era só a gente ficar, e foi o que aconteceu aqui. – revidei com raiva.
Zac se virou furiosamente, para encarar Justin.
- Trato é trato, já cumprimos nossa parte.
Zac pegou minhas muletas e com impaciência queria me tirar dali o mais rápido possível, eu não o culparia. Se tivesse no lugar dele ficaria furiosa, mas ele tem que entender que tudo foi um plano do Justin, e acho que ele vai entender. Olhei para trás e vi Justin imóvel, com um sorriso malicioso no rosto. Qualquer que fosse o que ele está pensando, concretiza não é bom.
- Zac – murmurei – me desculpa.
- Ah Vanessa, você não tem nada que se desculpar, tanto eu quanto você sabe que tudo não passou de uma cilada.
Estávamos quase na porta de saída, e me senti completamente aliviada. Fugir da escola não era uma das melhores idéias que tive, mas o que me importava mesmo era o fato de ver meu pai. Nossa sorte era que o hospital não era longe, senão teríamos que trocar de roupa ou virar a blusa do uniforme, pois todos que passavam olhavam e alguém poderia nos denunciar. Tirei esses pensamentos da cabeça e me concentrei em Zac. Ele andava lentamente, acompanhando meus passos sem a menor impaciência. Seu rosto estava iluminado por um sorriso e seus olhos estavam fixos em frente.
Ao horizonte, avistei o hospital e suspirei de alivio. Zac virou-se para mim e sorriu.
- Vanessa, eu não estou bravo – ele prometeu- isso é tudo coisa de sua cabeça.
Eu sorri timidamente, mas não respondi ao que ele disse. Eu podia sentir que ele estava magoado, nem que já um pouco. Assim que chegamos, a recepcionista logo foi perguntando se eu havia ido ao hospital para tirar o gesso.
- Não, nós queremos ver nossos pais – explicou Zac– eles estão internados.
- Hum, você sabe qual é o problema? – sua voz soava um pouco nasal, devia estar com alguma gripe.
- Eles – a voz de Zac falhou – Bem, aconteceu um acidente e eles entraram em coma.
- O nome deles, por favor?
- David Efron e Greg Hudgens.
-Esperem um minuto.
Aquela voz já começava a me irritar. Respirei fundo e Zac me chamou para sentar em um dos bancos. Não demorou muito para que a recepcionista chegasse.
- Seus nomes?
- Zac Efron e Vanessa Hudgens – eu já estava sem paciência, então respondi meio brutal.
- Me acompanhem.
Ela nos levou ao uma salinha e nos fez colocar mascaras e tocas. A recepcionista chamou um medico, na qual nos ajudou, pelo visto ele era o responsável pelos nossos pais. O médico nos convidou a entrar em uma sala e pediu para que não tocássemos em nada. Assentimos rapidamente e foi então que vi meu pai, meus olhos ficaram chorosos ao vê-lo em uma cama cheio de fios. A imagem começou a rodar e depois aos poucos foi escurecendo, eu iria desmaiar.

**Continua?**

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Capitulo 20

Como eu falei, se desse eu ia postar o capitulo 20. Descuulpa a demora. ;/

Capitulo 20:
Aquele menino de 15 anos estava pedindo para ficar comigo? Me atrevi a olhar para Zac, ele estava encarando o Justin com raiva – lê-se ele queria matar o Justin. Mas, ao que parecia Justin estava tranqüilo, com um sorriso torto em seu rosto. Não tenho o poder de ler mentes, mas eu sabia o que ele estava pensando, ele sabia que tinha ganhado.
- Eu não vou deixar a Vanessa te beijar.
O sorriso torto de Justin desapareceu, ele ergueu as duas sobrancelhas e ameaçou a falar alguma coisa. Ele apenas ameaçou. Antes que ele pudesse falar algo eu lhe fiz uma promessa.
- Justin, meu pai está no hospital. Eu preciso ir vê-lo. Eu prometo que ficarei com você.
Ele sacudiu a cabeça.
- Eu quero agora, na frente do seu... – ele encarou Zac com desgosto, enquanto tentava achar a palavra certa– na frente do seu amiguinho.
- Justin entenda. Eu juro pra você. – eu ainda mantinha a calma, embora eu visse que Zac não a manteria.
Meus olhos estavam fixos nos de Justin, ele mantinha seu sorriso torto. O que pode levar a ele querer ficar comigo? Ele era... Bonito, isso eu não podia negar. Seus olhos eram de um castanho intenso e seu cabelo loiro era perfeitamente jogado para o lado, agora eu enxergava porque Selena se apaixonara por ele. Seu sorriso torto estava cada vez o deixando mais lindo. Assim que percebi, sacudi a cabeça para tirar os pensamentos dela, agora só o que me importava era o Zac.
- E aí menino? Como vai ser? A Vanessa vai me beijar? – Justin só irritava o Zac.
Olhei para o Zac com os olhos arregalados. Ele respirava pesadamente.
- 1 minuto. – Zac dizia entre os dentes.
- 1? Eu não vou nem chegar perto dela.
- Caso você não saiba – ele respirou e continuou – ela é minha namorada.
Franzi as sobrancelhas de imediato, não havia entendido o emprego da palavra “namorada”. Zac ainda encarava Justin furiosamente. Começava a ficar com medo do que podia acontecer ali, tanto Zac como Justin não tinham... Digamos que paciência. Poderia ocorrer de ambos começarem uma briga, minha única chance era acabar com isso de uma vez. E quando digo acabar, eu estou falando em beijar o Justin.
- Justin. Eu fico com você – minha voz saía num sussurro, como se a decisão que eu havia tomado tivesse sido presa na minha garganta.
Os olhos de Zac me fuzilaram, aquilo me fez quase me desabar. Eu não havia tomado a decisão certa, ou havia?
- Beleza então, vamos ficar. – ele se aproximou cada vez mais de mim, até estar bem colado a mim.

**Continua??**
Sei que o cap ta pequeno, é que queria parar numa parte mais ... aah, voces entendem =).
Beijoos

sábado, 28 de agosto de 2010

Desculpas

Eu to pensando em parar com a fic. serio mesmo gente, nao sei se devo continuar. Eu nao estou tendo tempo pra postar e posto de vez em quando. E alem disso nao acho que minha fic ta ficando boa, entendem?
Bem, por enquanto o blog ta ativo, mas nao sei se vo continuar. Se der eu posto o capitulo 20.
Espero que entendam.
Beeijos =/

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Capitulo 19

Capitulo 19:

O menino olhou para o sofá em que eu estava e percebi que ele tinha me visto.
Eu temi ao pensar que ele poderia me denunciar. Fechei os olhos, mas logo os reabri, o menino já estava na porta. Eu balancei a cabeça em sinal de não e ele apenas sorriu, um sorriso malicioso. Não me lembro o nome dele, mas se não me engano era Justin. A Selena já havia gostado dele uma época, nunca a vi tão nervosa quando o garoto deu o fora nela em frente à escola. Isso fazia que eu me tornasse fã do garoto, mas mesmo assim sentia um pouco de pena da Selena.
O menino comentou algo com a mãe que eu não consegui decifrar, fiquei atordoada só de pensar que ele poderia contar a mãe sobre meu esconderijo. Enquanto andavam o menino deu uma ultima olhada e piscou para mim, não havia compreendido bem porque ele piscou para mim só sei que naquele momento fiz uma careta. Ele riu de minha atitude. Quanto mais eles iam se afastando, mais meu coração ia batendo lentamente, eu estava me acalmando a medida que eu não ouvia mais a voz do garoto e nem os passos de elefante da mãe perua dele. Tudo ficou calmo de repente, olhei para o estacionamento do colégio e não vi mais ninguém, olhei em direção ao balcão da secretaria e percebi que a secretaria havia saído, provavelmente para ir ao banheiro ou beber água. Essa seria a nossa única chance, saí de trás do sofá com dificuldade, o gesso e a perna quebrada me dificultavam. Zac logo percebeu nossa chance e saiu de trás do sofá que ficava em frente ao meu, ele me ajudou a levantar. Comecei a ouvir passos e vozes no corredor, olhei desesperadamente para Zac. Ele não pensou muito e simplesmente me segurou no colo enquanto eu segurava as muletas. Ele saiu “correndo” para a porta de saída gemendo, ao chegarmos deparamos com um menino que estava agora pouco dentro da secretaria. Zac arregalou os olhos me colocou no chão, o menino tinha o olhar e o sorriso maliciosos.
- O que você quer? – perguntei, quebrando o silencio.
- Só um beijo gata – suas sobrancelhas se ergueram e seu sorriso malicioso estava mais aberto.
Arregalei os olhos para Zac. Ele estava encarando o menino.
- Menino, olha sua idade. Cresce e depois fica com uma da sua idade – Zac estava furioso com que ouvira há pouco.
- Meu nome é Justin – ele disse entre os dentes – alias, eu vi vocês fugindo da escola. Ou a Vanessa me beija, ou então o segredinho de vocês vai ser compartilhado com o diretor e provavelmente seus pais.

**Continua??**

PS: GENTE DEIXA EU FALAR, EU AMOO O JUSTIN E A SELENA, NADA CONTRA ELES OK ?
SÉRIO MESMO, EU AMO OS DOOIS !

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Captiulo 18

Capitulo 18:

Assim que sai do banheiro, fui para a portaria e deslizei como uma cobra para ninguém me ver. Eu pretendia fugir da escola.
A mulher da secretaria virou para o lado, e tremi ao pensar que eu iria ser descoberta. Fiquei agachada ao lado do balcão da recepcionista e meu coração batia cada vez mais forte. Senti um calafrio na espinha quando alguém colocou a mão em meu ombro. Sem pensar, me virei mais que depressa e já ia dando explicações –mentiras– do que estava acontecendo. Mas assim que me virei tive uma surpresa, havia um homem loiro de olhos azuis na qual chamava Zachary, ele colocou o polegar entre a boca fazendo sinal de silencio. Eu estava imobilizada, como ele descobriu que eu iria fugir da escola? Ele se agachou ainda mais e foi na frente, será que era para me proteger? Não tive tempo de pensar nas hipóteses possíveis, Zac estava mais na frente e tinha que me apressar. A secretaria olhou para frente, me congelei atrás de um sofá imenso, ela grampeou um papel e então continuou a mexer em seu computador. Estávamos quase na porta de saída quando uma mulher chegou, Zac e eu trocamos olhares assustados, ele estava me perguntando com os olhos o que faríamos, caso ela descobrisse. Entrei em completo desespero. A mulher tinha óculos que mal combinavam com seu rosto, ela usava um casaco preto – o que eu considerava um absurdo, era 09h30min da manhã e o sol estava radiante no sol– ela usava uma meia calça branca e botas pretas. Do modo que a mulher andava, dava a impressão de ser rica. Ela andava pelo corredor como se fosse uma passarela, tanto que nem se deu conta que dois alunos estavam tentando fugir da escola. Zac estava escondido atrás de um sofá como eu, só que ele estava na minha frente.
- O que vamos fazer? – ele apenas mexeu os lábios, sem emitir som algum. Eu teria que fazer uma linguagem labial.
Fiz que nem ele, mexi os lábios, mas sem emitir nenhum som.
- Vamos ficar escondidos.
Ele teve dificuldade para identificar a mensagem, por isso tive que repetir. Ele balançou a cabeça e se abaixou para ficar camuflado no sofá. Fiz o mesmo. A mulher era mãe de algum aluno do 1º ano e pelo o que ela conversou com a secretaria o aluno estava tendo dores de cabeça. O sinal para o fim do recreio tocou, eu e Zac não tínhamos mais tempo, e se por acaso o professor sentisse nossa falta? Se a gente não saísse dali agora eles podiam nos pegar. Minhas mãos estavam geladas e eu não ousava em momento alguém me virar para ver o Zac.
Logo o aluno do 1º ano chegou, ele disse que se sentia melhor, mas a mãe insistiu para que ele fosse para a casa. Ele é claro não rejeitou, alias quem rejeitaria? O menino disse que iria pegar a mochila na sala e daqui a pouco voltava. A secretaria sugeriu para a mulher se sentar em um dos sofás enquanto esperava o filho. A mulher agradeceu e se sentou bem no sofá na qual eu estava escondida. Meu coração bateu aceleradamente, tive medo, ela poderia virar a qualquer momento e me descobrir atrás do sofá. Gelei ao pensar nessa possibilidade, a mulher se remexeu varias vezes, o que fazia me deixar aflita. Não sei quanto tempo se passou, mas não foi muito, no mínimo uns cinco minutos.
- Vamos? – a mãe disse.
-Aham. – respondeu o menino.
O menino olhou para o sofá em que eu estava e percebi que ele tinha me visto.

**Continua??**