quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

UURGENTE!

Gente liinda, deixa eu avisa : eu nao abandonei a fic e nem nada, é que ando muuuuuuuito ocupada, quando falo muito é MUITO mesmo! Entao, nao to teendo tempo de escreveer ABSOLUTAMENTE N-A-D-A.
eu vou tentar de TUDO pra escrever e postar o mais rapido possivel, é que eu tive simulado no sabado e nao parei de estudar e minhaas provas finais começam na sexta, entao vamo combina: precisar ESTUDAR ! kk
eu juro ( juradinho) que vo tenta postar :]
beem, beeeeijos,
e me deeeeeesculpeem ( poooor favor ;] )

sábado, 6 de novembro de 2010

Capitulo 28

Capitulo 28 :

Ele sorriu.
- Não para mim.
Minha mãe veio a meu encontro chorando, as lagrimas por nenhum momento a deixou. Ela secou as novas lagrimas que surgiram de seus olhos e então começou a falar:
- Meu bem, tudo vai da certo. Se o seu pai não estiver presente em sua formatura é que não era para ser assim. – ela suspirou e então continuou – Eu sei o quanto isso significa para você, mas...
Eu não a deixei continuar. Não queria ouvir mais consolos. Não agora.
- Me leve para casa – implorei – Por favor, é tudo o que eu preciso agora.
- Filha, eu não acho...
- Gina, leve Vanessa para casa – Zac a interrompeu – Ela precisa descansar.
Eu assenti. Zac em parte tinha razão, eu estava cansada mais algumas horas naquela sala eu desabaria. Meu corpo estava mole e rígido. Minha mãe beijou a testa de Zac e agradeceu por ele ter me ajudado.
Zac me abraçou e beijou minha testa.
- Não chore mais. Vai dar certo – ele cochichou em meu ouvido.
Minha mãe se ofereceu para levar Zac para sua casa. Ele apenas disse que iria passar no mercado para a mãe e logo iria para a casa.
No caminho para o carro minha mãe tentava me tranqüilizar, mas nada que ele falava me deixava de fato calma. “Tudo o que meu pai havia sonhado a vida inteira estava prestes a se perder por causa de um acidente” pensava comigo mesma. Essa era a minha desculpa por tantas lagrimas derramadas.
Stella estava parada na porta de casa, desesperada. Quando ela viu o carro preto chegando ela se levantou em um pulo e começou a gritar:
- Vanessa onde você se meteu? A escola ligou aqui e está todo mundo preocupado com você! Ninguém sabe de nada.
- Stella, não se preocupe com isso. Eu cuidarei disso mais tarde.
Ela assentiu. Não esperei o resto da discussão para ir para o meu quarto.
A cama parecia sussurrar meu nome e a cada segundo sussurrava mais alto. Deixei que meu corpo desabasse sobre ela e então, os minutos se passaram mais rápidos, embora o tempo não ajudasse. Logo a noite veio tomando lugar, ela devorara o dia em questões de minutos.
Toda a depressão que veio em mim amparou o tempo a passar mais rápido.

OUTUBRO

NOVEMBRO


21 de Novembro
- Vanessa, levanta dessa cama – gritou minha mãe. – Se você continuar assim, vou te levar ao um psicólogo.
Peguei o travesseiro mais próximo e o coloquei sobre minha cabeça. Nesses momentos o que mais me acalmava era o aconchego da escuridão, o que por acaso, era irônico.
Os passos da minha mãe pesavam no assoalho limpo.
- Vanessa Anne Hudgens, levanta agora – ela gritou abrindo as janelas do meu quarto.
A luz que entrou ofuscante no quarto fez meus olhos se cegarem por alguns instantes, naquele fim de semana eu não a senti por um mísero segundo, apenas a escuridão tomava conta do meu quarto, fazendo-me afundar nos meus pesadelos, mas mesmo assim era a escuridão que me aconchegava.
- Vane, você está matando a todos com essa depressão – ela suspirou e então continuou – Querida, você não fala com ninguém, não come. Todos os dias o Zac, a Demi e a Ashely ligam aqui preocupados com você. Eles não conseguem mais fazer você dar o seu lindo sorriso. Você parece estar à beira da morte.

**Continua??**

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Capitulo 27

Capitulo 27:

Tudo agora para mim não parecia ter sentido, tudo estava perdido.
Zac beijou minha cabeça.
- Não se preocupe – ele sussurrou – Por mim.
Em resposta apenas sacudi a cabeça.
- Eu sei que vai – ele continuou – Acredite em mim.
Não tinha resposta. O que uma filha pode dizer nesse momento?
Meu coração palpitava dentro de mim. Ele queria ver as lagrimas em meu rosto, mas eu não as deixei sair, eu as deixei presas. Pelo menos assim poderia transmitir um pouco de tranqüilidade para Zac.
- Eu te amo – ele murmurou.
- Eu também.
- Minha vida é você – ele continuou.
Afastei-me de seu ombro e o olhei nos olhos. Aqueles pequenos olhos azuis, eles me aliviavam.
Sorri timidamente. Eu não tinha palavras. Nunca, em toda minha vida um garoto me tratou como ele – nem mesmo o Andrew. Todas as horas ele dizia coisas que me surpreendiam, todas as horas ele dizia que me amava.
Deixei meus impulsos me conduzirem. Eles me chegaram mais perto de Zac, tão perto que pude sentir sua respiração, o seu hálito. Ele mordeu o lábio inferior – ele sempre fazia isso quando estava nervoso – provavelmente não sabia reagir ao que eu queria. Zac pegou uma mecha de meu cabelo e a colocou atrás de minha orelha. Senti-lo tão perto de mim fazia com que meu coração pulasse de imediato.
- Não posso lhe dar isso agora. Mais tarde talvez. – murmurou.
- Me acalme – pedi.
- Meu amor, agora não é o ideal. Eu te acalmo de outro jeito. – ele soltou um sorriso malicioso. Sorri junto com ele.
Ele tinha razão, não era hora e nem lugar para aquilo. Todo o desespero havia me tomado e eu queria uma simples maneira de livrá-lo, não pensei em minhas atitudes naquele momento.
- Desculpe – sussurrei.
- Não há nada com que se desculpar. Eu sempre estarei te esperando.
- Sempre não é uma palavra muito forte?
Ele sorriu.
- Não para mim.

**Continua??**

sábado, 30 de outubro de 2010

Fic

Entao, eu tava la de boa fazendo o ultimo capitulo da fic quando meu notebook desliga, e eu (burra) nao tinha salvado. Bem, depois de 2 dias eu descubro que meu notebook estragou e ao que tudo indica perdi toda a fic.
Eu vo te que rescreveer todo os 5 capitulos que faltam pra acabar e quando eu reescreve eu posto novamente
Beeijos
deesculpas

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Capitulo 26

Capitulo 16:

Eu me debrucei sobre seu corpo caído ao chão e comecei a chorar.
Acordei ofegante. Esse fora o sonho mais real que eu já tivera. Minha cabeça ainda estava apoiada nos ombros de Zac, ele não se mexia e por um segundo pensei que estivesse dormindo.
- Pesadelos? – perguntou-me.
Assenti. Ele se virou o beijou minha testa.
- Só foi um pesadelo, nada mais.
Fechei meus olhos. As imagens ainda se passavam freneticamente sobre minha mente atormentada.
Alguém no canto da sala pigarreou. Eu me virei e percebi que minha mãe continuava na mesma posição, ela não havia se mexido.
- Sra. Hudgens? – alguém chamou.
Minha mãe não respondeu.
- É ela. – apontei para minha mãe, ela mesmo assim não se mexeu – Alguma novidade do meu pai?
Ele assentiu.
- Bem, digamos que ele melhorou. O coração está batendo normal, mas ele irá se recuperar muito depois do que imaginávamos.
Eu franzi o cenho. Ele então percebeu que eu não havia compreendido.
- Ele iria se recuperar, provavelmente, em novembro, mas com essa parada cardíaca ele irá se recuperar em fevereiro.
As palavras que ele disse embarcaram na minha cabeça. Se a recuperação iria acontecer em fevereiro, meu pai iria perder minha formatura.
Ele sempre falava em como era, e em como seria. Várias vezes ele criou as expectativas mais surpreendentes que um pai poderia fazer para sua filha no dia da formatura. O ano inteiro venho sonhando com esse dia, e agora ele não estará presente. Ele terá que se contentar com apenas fotos e vídeos?
Pisquei os olhos para reprimir as lagrimas e percebi que todos os olhares estavam voltados para mim, exceto o de minha mãe.
- Nessa, ele vai se recuperar – ela murmurou sem mudar de posição. Ela parecia ser a única que compreendeu meu pânico, minha angustia – Tudo vai da certo. Acredite.
Minha mãe se levantou cambaleante e foi conversar junto ao médico. Eu não conseguia escutar e não fazia esforço algum para isso. Encostei minha cabeça no ombro de Zac e apertei os olhos. As imagens do meu pesadelo vinham à tona em minha mente atormentada. Tudo agora para mim não parecia ter sentido, tudo estava perdido.

**Continua??**

domingo, 17 de outubro de 2010

Capitulo 25

Capitulo 25:

Meu pesadelo começou assim:
Estávamos na praia, somente eu e meu pai. Ele ia à frente, me guiando, os passos delicadamente estudados.
- Aonde vamos? – perguntei.
Meu pai cessou. Por pouco não trombei nele.
- O que foi? O que aconteceu? – minha voz saia em um sussurro.
Ele novamente não respondeu. Meu pai continuava parado, como se algo o barrasse. Minhas pernas começaram a tremer de medo, andei cambaleando para perto dele, seu rosto estava vazio, sem nenhuma expressão. Eu o peguei pelos ombros e comecei a sacudi-lo. Nada. Nem uma resposta, nem um sinal.
- Pai – gritava. Minha voz era rouca, como de quem acaba de acordar.
Olhei profundamente em seus olhos, eles traziam dor, agonia e principalmente saudades. Meu coração pulsou mais rápido e compulsivamente eu abracei meu pai com toda a força que eu tinha. O abraço foi quente, embora não foi retribuído, ele não se movia algo estava prendendo-o.
- Papai – murmurei – promete que nunca vai me deixar? Promete?
Eu sabia que ele não me responderia, mas tinha esperanças de pelo menos ele me ouvir.
O céu ao redor começou a adquirir uma cor acinzentada, as nuvens ficaram mais densas e naquele momento sabia que iria chover. O vento batia forte contra as palmeiras, o que fazia com que elas se entortassem quase que ao chão. Meus cabelos voavam com o vento e batiam meu rosto. Meu pai não estava mais em meus braços, ele caminhava em direção ao mar agitado.
- Pai, aonde o senhor vai? – murmurei.
Ele não olhou para trás nenhuma vez, ele começava a se distanciar de mim. Eu o segui apressadamente, minhas pernas indo cada vez mais rápidas a cada passo. Quando estava perto o bastante cometi o erro de olhar para trás na sensação de estar sendo seguida e acabei tropeçando. A areia grudou em minhas pernas molhadas de suor, tentei levantar duas vezes, mas ao que parecia meus pés não seguiam meu comando.
Meu pai hesitou ao chegar no mar. Eu ainda estava caída sobre a areia úmida devido às pequenas gotas que começavam a cair. Ele foi caminhando vagarosamente em direção a água, desta vez sem hesitar uma única vez.
“Vamos, levante-se” pensava comigo mesma. “Anda, seu pai vai se afogar e você está aqui sentada.”
Minhas pernas, então, me obedeceram. Sai correndo para alcançar meu pai, mas já estava tarde demais ele começava a se afogar no mar agitado. Sem saber o que fazer, estendi minha mão para que meu pai a pegasse, ele por nenhum momento pareceu interesse.
- Pai, segure minha mão. – pedia – Pai!
A água o sufocava, ele queria gritar, eu via em seus olhos. Minha mão não cessou quando percebi que ele já estava morto. Continuei a estendê-la cada vez mais para alcançá-lo, novamente sem sucesso. Meu pai começava a afundar, eu pulei na água gelada e peguei o seu corpo. Eu o coloquei com cuidado na areia e tentei sentir seus batimentos cardíacos, a única coisa que eu ouvia era o vento uivando ao redor e o barulho da chuva chegando.
- Você prometeu! – sussurrei – Prometeu que nunca iria me deixar!
Meus olhos estavam vermelhos com a angustia. Novamente abracei o seu corpo, agora sem vida, as lagrimas começavam a se formar pelos meus olhos espremidos contra o peito do meu pai. Sua boca estava entreaberta e se estendia em um pequeno sorriso. Sacudia seu corpo como se pudesse reanimá-lo, mas nenhuma palavra, nem um suspiro saíram dele. Eu me debrucei sobre seu corpo caído ao chão e comecei a chorar.

**Continua??**

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Capitulo 24

Capitulo 24:

Em parte eu acreditava, mas era só uma pequena parte. O pessimismo, agora, que me dominava.
Eu abaixei a cabeça para que ele não visse as lagrimas novamente formando-se em meus olhos chorosos. Ele não demonstrava nada ao ver sua camisa branca manchada com o meu choro compulsivo.
Zac acariciava meu cabelo vagarosamente, mas percebi que seu olhar estava distante, seus olhos estavam fixos em minha mãe. Ela ainda estava cabisbaixa, os braços apoiados nos joelhos a as mãos apoiando o seu rosto. Ela não se movia. Não falava, apenas o leve som de seu choro deixava um ruído no ambiente silencioso.
- Meninos, sentem-se. – ela suspirou, mas não fez movimentos largos – Isso irá demorar muito.
Eu assenti vagarosamente. Tentei desenvolver os braços de Zac que me prendiam fortemente, mas não obtive sucesso. Ele pareceu não notar minha tentativa fracassada. Zac fitava o vazio, imerso em seus pensamentos, a expressão de seu rosto era vaga.
- Vamos nos sentar – propus.
Ele não respondeu. Os pensamentos deviam ter tomado posse de sua mente.
- Ah, vai lá – ele respondeu minha pergunta meio esquecida.
Sacudi a cabeça.
- Não vou sem você. – Ele agora olhava para mim, os olhos frios me fitando.
Ele revirou os olhos.
- Sente-se Vanessa – Zac havia fixado sua boca em minhas orelhas. Eu arrepiei de ouvir sua voz perfeita tão perto de mim.
Mordi o lábio inferior até doer. Ele me puxou para a cadeira mais perto e me obrigou a sentar. Eu o puxei, mas quando chegou perto hesitou.
Mostrei a língua para ele, eu havia ficado um pouco irritada.
- Ei – ele franziu o cenho antes de continuar – Quem mostra língua, pede beijo.
Ele sorriu levemente, não pude deixar de sorrir. Eu o puxei novamente e dessa vez ele não hesitou.
Deixei que minha cabeça caísse em seus ombros rígidos. Eu não havia percebido o tanto que estava cansada. As pálpebras começavam a pesar sobre mim. Eu brincava de cabo-de-guerra com o sono. O lado dele lutava bravamente, enquanto o meu só suportava a força com que ele puxava. Depois de alguns minutos, eu cometi um pequeno deslize, fazendo assim com que o sono puxasse a corda toda para si. As pálpebras pesaram de novo e dessa vez eu as deixei cair. Caí profundamente em meu sono.
Meu pesadelo começou assim.

**Continua??**