sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Gentee desculpa a demora, dessa vez demorei muito, é que eu estava em semana de prova e eu andava muito ocupada. Desculpa.
Capitulo 21:

- Beleza então, vamos ficar. – ele se aproximou cada vez mais de mim, até estar bem colado a mim.
Eu suava frio, meu coração batia cada vez mais rápido, podia sentir a pulsação acelerada. Justin estava se aproximando, cada vez mais rápido. Eu já podia sentir seu hálito, até que senti seu beijo. Ele passou a mão em minha cintura e continuou a me beijar.
- Já chega! – gritei, empurrando-o para trás.
Zac revirava os olhos com nojo, por ter visto aquela cena. Ele se mantinha de pé e virado de costas para a gente, mas podia ver seus olhos tristes.
- Ah, Vanessa, não deu tempo nem de beijar direito. – Justin pegou uma mecha de meu cabelo e colocou atrás da minha orelha.
- O trato era só a gente ficar, e foi o que aconteceu aqui. – revidei com raiva.
Zac se virou furiosamente, para encarar Justin.
- Trato é trato, já cumprimos nossa parte.
Zac pegou minhas muletas e com impaciência queria me tirar dali o mais rápido possível, eu não o culparia. Se tivesse no lugar dele ficaria furiosa, mas ele tem que entender que tudo foi um plano do Justin, e acho que ele vai entender. Olhei para trás e vi Justin imóvel, com um sorriso malicioso no rosto. Qualquer que fosse o que ele está pensando, concretiza não é bom.
- Zac – murmurei – me desculpa.
- Ah Vanessa, você não tem nada que se desculpar, tanto eu quanto você sabe que tudo não passou de uma cilada.
Estávamos quase na porta de saída, e me senti completamente aliviada. Fugir da escola não era uma das melhores idéias que tive, mas o que me importava mesmo era o fato de ver meu pai. Nossa sorte era que o hospital não era longe, senão teríamos que trocar de roupa ou virar a blusa do uniforme, pois todos que passavam olhavam e alguém poderia nos denunciar. Tirei esses pensamentos da cabeça e me concentrei em Zac. Ele andava lentamente, acompanhando meus passos sem a menor impaciência. Seu rosto estava iluminado por um sorriso e seus olhos estavam fixos em frente.
Ao horizonte, avistei o hospital e suspirei de alivio. Zac virou-se para mim e sorriu.
- Vanessa, eu não estou bravo – ele prometeu- isso é tudo coisa de sua cabeça.
Eu sorri timidamente, mas não respondi ao que ele disse. Eu podia sentir que ele estava magoado, nem que já um pouco. Assim que chegamos, a recepcionista logo foi perguntando se eu havia ido ao hospital para tirar o gesso.
- Não, nós queremos ver nossos pais – explicou Zac– eles estão internados.
- Hum, você sabe qual é o problema? – sua voz soava um pouco nasal, devia estar com alguma gripe.
- Eles – a voz de Zac falhou – Bem, aconteceu um acidente e eles entraram em coma.
- O nome deles, por favor?
- David Efron e Greg Hudgens.
-Esperem um minuto.
Aquela voz já começava a me irritar. Respirei fundo e Zac me chamou para sentar em um dos bancos. Não demorou muito para que a recepcionista chegasse.
- Seus nomes?
- Zac Efron e Vanessa Hudgens – eu já estava sem paciência, então respondi meio brutal.
- Me acompanhem.
Ela nos levou ao uma salinha e nos fez colocar mascaras e tocas. A recepcionista chamou um medico, na qual nos ajudou, pelo visto ele era o responsável pelos nossos pais. O médico nos convidou a entrar em uma sala e pediu para que não tocássemos em nada. Assentimos rapidamente e foi então que vi meu pai, meus olhos ficaram chorosos ao vê-lo em uma cama cheio de fios. A imagem começou a rodar e depois aos poucos foi escurecendo, eu iria desmaiar.

**Continua?**

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Capitulo 20

Como eu falei, se desse eu ia postar o capitulo 20. Descuulpa a demora. ;/

Capitulo 20:
Aquele menino de 15 anos estava pedindo para ficar comigo? Me atrevi a olhar para Zac, ele estava encarando o Justin com raiva – lê-se ele queria matar o Justin. Mas, ao que parecia Justin estava tranqüilo, com um sorriso torto em seu rosto. Não tenho o poder de ler mentes, mas eu sabia o que ele estava pensando, ele sabia que tinha ganhado.
- Eu não vou deixar a Vanessa te beijar.
O sorriso torto de Justin desapareceu, ele ergueu as duas sobrancelhas e ameaçou a falar alguma coisa. Ele apenas ameaçou. Antes que ele pudesse falar algo eu lhe fiz uma promessa.
- Justin, meu pai está no hospital. Eu preciso ir vê-lo. Eu prometo que ficarei com você.
Ele sacudiu a cabeça.
- Eu quero agora, na frente do seu... – ele encarou Zac com desgosto, enquanto tentava achar a palavra certa– na frente do seu amiguinho.
- Justin entenda. Eu juro pra você. – eu ainda mantinha a calma, embora eu visse que Zac não a manteria.
Meus olhos estavam fixos nos de Justin, ele mantinha seu sorriso torto. O que pode levar a ele querer ficar comigo? Ele era... Bonito, isso eu não podia negar. Seus olhos eram de um castanho intenso e seu cabelo loiro era perfeitamente jogado para o lado, agora eu enxergava porque Selena se apaixonara por ele. Seu sorriso torto estava cada vez o deixando mais lindo. Assim que percebi, sacudi a cabeça para tirar os pensamentos dela, agora só o que me importava era o Zac.
- E aí menino? Como vai ser? A Vanessa vai me beijar? – Justin só irritava o Zac.
Olhei para o Zac com os olhos arregalados. Ele respirava pesadamente.
- 1 minuto. – Zac dizia entre os dentes.
- 1? Eu não vou nem chegar perto dela.
- Caso você não saiba – ele respirou e continuou – ela é minha namorada.
Franzi as sobrancelhas de imediato, não havia entendido o emprego da palavra “namorada”. Zac ainda encarava Justin furiosamente. Começava a ficar com medo do que podia acontecer ali, tanto Zac como Justin não tinham... Digamos que paciência. Poderia ocorrer de ambos começarem uma briga, minha única chance era acabar com isso de uma vez. E quando digo acabar, eu estou falando em beijar o Justin.
- Justin. Eu fico com você – minha voz saía num sussurro, como se a decisão que eu havia tomado tivesse sido presa na minha garganta.
Os olhos de Zac me fuzilaram, aquilo me fez quase me desabar. Eu não havia tomado a decisão certa, ou havia?
- Beleza então, vamos ficar. – ele se aproximou cada vez mais de mim, até estar bem colado a mim.

**Continua??**
Sei que o cap ta pequeno, é que queria parar numa parte mais ... aah, voces entendem =).
Beijoos

sábado, 28 de agosto de 2010

Desculpas

Eu to pensando em parar com a fic. serio mesmo gente, nao sei se devo continuar. Eu nao estou tendo tempo pra postar e posto de vez em quando. E alem disso nao acho que minha fic ta ficando boa, entendem?
Bem, por enquanto o blog ta ativo, mas nao sei se vo continuar. Se der eu posto o capitulo 20.
Espero que entendam.
Beeijos =/

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Capitulo 19

Capitulo 19:

O menino olhou para o sofá em que eu estava e percebi que ele tinha me visto.
Eu temi ao pensar que ele poderia me denunciar. Fechei os olhos, mas logo os reabri, o menino já estava na porta. Eu balancei a cabeça em sinal de não e ele apenas sorriu, um sorriso malicioso. Não me lembro o nome dele, mas se não me engano era Justin. A Selena já havia gostado dele uma época, nunca a vi tão nervosa quando o garoto deu o fora nela em frente à escola. Isso fazia que eu me tornasse fã do garoto, mas mesmo assim sentia um pouco de pena da Selena.
O menino comentou algo com a mãe que eu não consegui decifrar, fiquei atordoada só de pensar que ele poderia contar a mãe sobre meu esconderijo. Enquanto andavam o menino deu uma ultima olhada e piscou para mim, não havia compreendido bem porque ele piscou para mim só sei que naquele momento fiz uma careta. Ele riu de minha atitude. Quanto mais eles iam se afastando, mais meu coração ia batendo lentamente, eu estava me acalmando a medida que eu não ouvia mais a voz do garoto e nem os passos de elefante da mãe perua dele. Tudo ficou calmo de repente, olhei para o estacionamento do colégio e não vi mais ninguém, olhei em direção ao balcão da secretaria e percebi que a secretaria havia saído, provavelmente para ir ao banheiro ou beber água. Essa seria a nossa única chance, saí de trás do sofá com dificuldade, o gesso e a perna quebrada me dificultavam. Zac logo percebeu nossa chance e saiu de trás do sofá que ficava em frente ao meu, ele me ajudou a levantar. Comecei a ouvir passos e vozes no corredor, olhei desesperadamente para Zac. Ele não pensou muito e simplesmente me segurou no colo enquanto eu segurava as muletas. Ele saiu “correndo” para a porta de saída gemendo, ao chegarmos deparamos com um menino que estava agora pouco dentro da secretaria. Zac arregalou os olhos me colocou no chão, o menino tinha o olhar e o sorriso maliciosos.
- O que você quer? – perguntei, quebrando o silencio.
- Só um beijo gata – suas sobrancelhas se ergueram e seu sorriso malicioso estava mais aberto.
Arregalei os olhos para Zac. Ele estava encarando o menino.
- Menino, olha sua idade. Cresce e depois fica com uma da sua idade – Zac estava furioso com que ouvira há pouco.
- Meu nome é Justin – ele disse entre os dentes – alias, eu vi vocês fugindo da escola. Ou a Vanessa me beija, ou então o segredinho de vocês vai ser compartilhado com o diretor e provavelmente seus pais.

**Continua??**

PS: GENTE DEIXA EU FALAR, EU AMOO O JUSTIN E A SELENA, NADA CONTRA ELES OK ?
SÉRIO MESMO, EU AMO OS DOOIS !

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Captiulo 18

Capitulo 18:

Assim que sai do banheiro, fui para a portaria e deslizei como uma cobra para ninguém me ver. Eu pretendia fugir da escola.
A mulher da secretaria virou para o lado, e tremi ao pensar que eu iria ser descoberta. Fiquei agachada ao lado do balcão da recepcionista e meu coração batia cada vez mais forte. Senti um calafrio na espinha quando alguém colocou a mão em meu ombro. Sem pensar, me virei mais que depressa e já ia dando explicações –mentiras– do que estava acontecendo. Mas assim que me virei tive uma surpresa, havia um homem loiro de olhos azuis na qual chamava Zachary, ele colocou o polegar entre a boca fazendo sinal de silencio. Eu estava imobilizada, como ele descobriu que eu iria fugir da escola? Ele se agachou ainda mais e foi na frente, será que era para me proteger? Não tive tempo de pensar nas hipóteses possíveis, Zac estava mais na frente e tinha que me apressar. A secretaria olhou para frente, me congelei atrás de um sofá imenso, ela grampeou um papel e então continuou a mexer em seu computador. Estávamos quase na porta de saída quando uma mulher chegou, Zac e eu trocamos olhares assustados, ele estava me perguntando com os olhos o que faríamos, caso ela descobrisse. Entrei em completo desespero. A mulher tinha óculos que mal combinavam com seu rosto, ela usava um casaco preto – o que eu considerava um absurdo, era 09h30min da manhã e o sol estava radiante no sol– ela usava uma meia calça branca e botas pretas. Do modo que a mulher andava, dava a impressão de ser rica. Ela andava pelo corredor como se fosse uma passarela, tanto que nem se deu conta que dois alunos estavam tentando fugir da escola. Zac estava escondido atrás de um sofá como eu, só que ele estava na minha frente.
- O que vamos fazer? – ele apenas mexeu os lábios, sem emitir som algum. Eu teria que fazer uma linguagem labial.
Fiz que nem ele, mexi os lábios, mas sem emitir nenhum som.
- Vamos ficar escondidos.
Ele teve dificuldade para identificar a mensagem, por isso tive que repetir. Ele balançou a cabeça e se abaixou para ficar camuflado no sofá. Fiz o mesmo. A mulher era mãe de algum aluno do 1º ano e pelo o que ela conversou com a secretaria o aluno estava tendo dores de cabeça. O sinal para o fim do recreio tocou, eu e Zac não tínhamos mais tempo, e se por acaso o professor sentisse nossa falta? Se a gente não saísse dali agora eles podiam nos pegar. Minhas mãos estavam geladas e eu não ousava em momento alguém me virar para ver o Zac.
Logo o aluno do 1º ano chegou, ele disse que se sentia melhor, mas a mãe insistiu para que ele fosse para a casa. Ele é claro não rejeitou, alias quem rejeitaria? O menino disse que iria pegar a mochila na sala e daqui a pouco voltava. A secretaria sugeriu para a mulher se sentar em um dos sofás enquanto esperava o filho. A mulher agradeceu e se sentou bem no sofá na qual eu estava escondida. Meu coração bateu aceleradamente, tive medo, ela poderia virar a qualquer momento e me descobrir atrás do sofá. Gelei ao pensar nessa possibilidade, a mulher se remexeu varias vezes, o que fazia me deixar aflita. Não sei quanto tempo se passou, mas não foi muito, no mínimo uns cinco minutos.
- Vamos? – a mãe disse.
-Aham. – respondeu o menino.
O menino olhou para o sofá em que eu estava e percebi que ele tinha me visto.

**Continua??**

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Capitulo 17

Me desculpem a demora, mas aí esta o capitulo.
Capitulo 17:

- Vanessa, como você consegue ficar bem depois do que aconteceu com nossos pais?
Eu não estava entendendo, será que esse era o motivo para o choro da minha mãe ontem?
- Zac, o que aconteceu? – perguntei com a voz tremula.
- Você não sabe?
- Ninguém me contou.
Ele abaixou a cabeça e soltou um suspiro triste e então começou a explicar:
- Aconteceu um acidente, eles iam voltar para a casa mais cedo. Meu pai estava dirigindo e se não me engano um homem bateu no carro deles.
Ele soltou um suspiro e continuou:
- O homem que bateu no carro dos nossos pais morreu.
Ele abaixou os olhos, o que me deixou aflita. Uma lagrima escorreu pelo seu rosto.
- Nossos pais, bem, eles entraram em coma. Eles estão com muito risco de vida. Sua mãe não te contou?
Minhas pernas bambearam, meu corpo ameaçou a desmaiar. Zac percebeu meu incomodo com a notícia e me ofereceu um abraço. Ficamos assim, dois amigos chorando e abraçados em frente ao bebedouro. Minhas lagrimas contornavam meu rosto e desciam em direção à camisa de uniforme do Zac. Ele não se importava, pelo menos não demonstrava.
- Vanessa, vai ao banheiro e lava seu rosto. Acho melhor voltarmos.
- Quero ver o meu pai.
- Depois da aula eu juro que vou ao hospital com você.
Uma ultima lágrima desceu contornando meu rosto já úmido. Nesse momento imaginei minha mãe, pensei no que ela estava sentindo. Fui bruta com ela. Entrei no banheiro que ficava ao lado do bebedouro, lavei meu rosto e fiquei olhando meu reflexo no espelho, meu rosto estava vermelho.
- Vanessa, ta tudo bem aí? – Zac deve ter estranhado a minha demora.
Eu não consegui responder, estava sem forças. Coloquei a mão na minha testa e fechei meus olhos, respirei bem fundo e então tomei coragem para sair do banheiro. Zac soltou um sorriso leve, porém encantador. Ele poderia ser a única pessoa que me fazia ficar calma com o que estava acontecendo. Ele segurou minha mão e se virou de frente para mim.
- Van, eu to comovido como você. Se seu pai estivesse na situação da sua mãe e sua mãe na do seu pai, o que ele falaria?
- Não deixe nada de abalar, tudo vai melhorar quando você menos esperar. – falei com o pouco de voz que me restava.
Ele assentiu triste e então continuou:
- Sei que tudo vai ficar bem, é a minha palavra.
Eu ameacei a chorar novamente, mas segurei as lagrimas que já avançavam pelas pálpebras dos meus olhos. Zac caminhou comigo de mãos dadas até chegarmos à sala, a Clarisse viu que Zac estava mais contente e em compensação eu não estava.
- Nossa, o Zac está mais alegre e você Vanessa o que aconteceu?
- Eu estou bem professora. Juro. – soltei um sorriso meio triste. Tinha certeza de que ela não acreditou no que eu falei, mas pelo menos retribui o sorriso.
Eu me sentei e Zac também. Dessa vez Zac demonstrou alegria e eu fiz que nem ele no começo da aula: abaixei minha cabeça e comecei a rezar. Queria ver meu pai agora, sentia falta dele. Eu fui dura com minha mãe, queria vê-la, queria me desculpar. E a minha irmã Stella? Ela por acaso já sabe do acidente? Essas perguntas fluíam na minha cabeça como a água existe no mar. Tentei me concentrar na aula de historia, mas como se concentrar quando a professora estava falando de morte? Irônico não é? Lucas é mais conhecido pelas abobrinhas que fala em sala de aula, mas dessa vez os meninos da sala o apoiaram:
- Clarisse, temos 17 anos, queremos viver a vida no presente. E não ficar relembrando do que aconteceu no passado com essas pessoas.
- Meu querido – Clarisse digeria as abobrinhas do Lucas – foram essas pessoas que te deram a vida que você tem.
Ashley fez uma careta estranha e então rebateu:
- E desde quando eu sou descendente de dinossauros?
Eu não entendi bem o que ela quis dizer. O que a civilização portuguesa tinha a ver com os dinossauros? Não estava interessada em me meter naquilo. Clarisse olhou torto para a Ashley e logo pediu que ela explicasse.
- Uai professora, você não disse que nós somos descendentes dos antigos?
- Sim.
- Então, um dos primeiros seres vivos eram os dinossauros.
Todos riram do pensamento de Ashley, menos eu. Clarisse preferiu encerrar o assunto dando um pequeno trabalho, na qual nós deveríamos perguntar aos nossos parentes–mais velhos ou não– sobre qual era a nossa descendência.
Na hora do recreio, entrei no banheiro e molhei o pescoço. Ashley logo entrou no banheiro a minha procura – lê-se retocar o batom– e me perguntou se eu estava tudo bem. Disse a ela que eu tinha uma idéia louca e que precisava dela.
- Você vai mesmo fazer isso? – ela estava espantada.
- Sim. E eu vou agora. Confio em você Ash.
Assim que sai do banheiro, fui para a portaria e deslizei como uma cobra para ninguém me ver. Eu pretendia fugir da escola.

**Continua??**

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Deesculpas

Geente, me desculpa !! Hoje eu nao vou conseguir postar, pois o capitulo ainda nao ta pronto e nao tive tempo pra terminar !! Me desculpeem
Beeijooos, e espero que entendam.